O DIA EM QUE PAIXÃO VIROU COMPETÊNCIA!
Nada mais gostoso do que estar em movimento neste mercado de RH e vivenciar, na prática, as mudanças de cultura nas empresas. Vocês sabiam que uma grande indústria farmacêutica multinacional coloca como uma das competências para cargos estratégicos o item passion? Isso mesmo, passion (de paixão). Obviamente que com conotação diferente da afetiva, amorosa, mas relacionada com motivação, energia, vontade, em um grau acentuado.
Aliás, é muito bom quando a gente entrevista um candidato que na entrevista diz que é apaixonado pelo que faz. Aí vem o sorriso, o brilho nos olhos. Momento mágico que acontece em boas entrevistas...
:)
Até mais!
quarta-feira, 27 de fevereiro de 2008
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Um comentário:
Surpreendi-me ao ler "O dia em que a paixão virou competência", pois sempre usei essa frase e, por diversas vezes, fui aconselhada a evitá-la referindo-se à atividade profissional, ao trabalho. Mas como uma ideologia, mesmo correndo o risco das consequências, não a abandonei nunca e sempre que pude a desfraldei como a uma bandeira. Acredito piamente que, quando se tem paixão, quando se está apaixonado, seja emocional,social ou intelectualmente, o sangue corre acelerado pelas veias, a energia flui, revitaliza, impulsiona e estimula... E uma pessoa com tal disposição no ânimo está viva, tem ganas de viver, de aprender, de ensinar, de produzir, inovar... e não vai passar por nada nesse mundo como uma folha ao vento, imperceptível...
Bem, nunca fui pessoa de me apaixonar facilmente, meus relacionamentos sempre foram duradouros, tanto pessoais como profissionais... estou casada há quase 20 anos e trabalhei os últimos 10 anos numa mesma empresa, da qual sai porque estava me desapaixonando, não quanto à atividade mas quanto aos meios e forma de executá-la. Então, definitivamente, sou passional. Certa vez li, acho que foi numa entrevista do Nizan Guanaes, "Quem ama o faz nunca trabalhará um dia sequer na vida". Concordo em gênero, número e grau.
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