Este espaço é bastante democrático e a idéia é a apresentar com frequência histórias de candidatos, mas também histórias de selecionador. Aconteceu comigo ao longo da última semana. Eu e minha equipe trabalhamos uma vaga destas "normais" (= boa oferta de candidatos no mercado + salário compatível com as exigências) e pudemos contar com 6 candidatos finalistas, um número bom. Qual não foi nossa surpresa quando, nos contatos para agendar as entrevistas finais, já com o gerente da área, que decidiria o escolhido para a vaga, ficou claro que os candidatos estavam fazendo "leilão", no melhor estilo "quem dá mais, quem dá mais!". Parece brincadeira, mas de 6 candidatos, só sobrou 1! É o tal mês de março que tem uma movimentação tão grande de vagas e profissionais, a ponto de todos ficarem meio atordoados.
Alguns diálogos:
Selecionador - "A vaga é estável, você terá chances de crescimento!"
Candidato 1 - " Mas esta prestação de serviços paga mais!"
Selecionador - "Você parecia tão empolgada com esta vaga!"
Candidato 2 - "Mas estava aguardando a resposta de um outro processo, fiquei sem graça de recusar!"
Selecionador - "Você estava muito bem no processo, todos gostaram de você, só falta mesmo esta última entrevista!"
Candidato 3 - "Pois é, foi mal, mas diz a eles que valeu!"
E assim foi, um a um, saindo do processo.
Agora eu já sei (rs), em março é preciso ter finalistas plano A, finalistas plano B, finalistas plano C...
Um beijo!
domingo, 9 de março de 2008
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Um comentário:
Provavelmente, neste caso a empresa para a qual o selecionador trabalhava estava fazendo um "leilão pelo avesso".
Leilão que tinha como objetivo selecionar o candidato que tivesse a maior qualificação e que a vendesse pela menor remuneração.
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